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Histopatologia do colo uterino - atlas digital

Classificações TNM/FIGO

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T — Tumor Primário 1,2
TNM FIGO
Categorias Estadios
TX Tumor primário não pode ser avaliado
T0 Sem evidência de tumor primário
Tis 0 Carcinoma in situ (carcinoma pré-invasor)
T1 I Carcinoma da cérvice confinado ao útero (extensão ao corpo deve ser desprezada)
T1a IA Carcinoma invasor, diagnosticado somente pela microscopia. Todas as lesões visíveis macroscopicamente - mesmo com invasão superficial - são T1b/Estadio IB
T1a1 IA1 Invasão estromal de até 3 mm em profundidade e 7 mm ou menos de extensão horizontal
T1a2 IA2 Invasão estromal maior que 3 mm e até 5 mm em profundidade com uma extensão horizontal de 7mm ou menos

Nota: A profundidade da invasão não deve ser maior do que 5 mm, medida a partir da base do epitélio, superficial ou glandular, do qual se origina. A profundidade da invasão é definida como a medida do tumor, desde a junção epitelial-estromal da papila epitelial adjacente mais superficial até o ponto mais profundo da invasão. O envolvimento do espaço vascular, venoso ou linfático, não altera a classificação.

T1b IB Lesão clinicamente visível, limitada ao colo, ou lesão microscópica maior que T1a2/IA2
T1b1 IB1 Lesão clinicamente visível com 4cm ou menos em sua maior dimensão
T1b2 IB2 Lesão clinicamente visível com mais de 4 cm em sua maior dimensão
T2 II Tumor que invade além do útero, mas não atinge a parede pélvica ou o terço inferior da vagina
T2a IIA Sem invasão do paramétrio
T2b IIB Com invasão do paramétrio
T3 III Tumor que se estende à parede pélvica, compromete o terço inferior da vagina, ou causa hidronefrose ou exclusão renal
T3a IIIA Tumor que compromete o terço inferior da vagina, sem extensão à parede pélvica
T3b IIIB Tumor que se estende à parede pélvica, ou causa hidronefrose ou exclusão renal
T4 IVA Tumor que invade a mucosa vesical ou retal, ou que se estende além da pélvis verdadeira

Nota: A presença de edema bolhoso não é suficiente para classificar o tumor como T4.

M1 IVB Metástase à distância


N - Linfonodos Regionais3
NX   Os linfonodos regionais não podem ser avaliados
N0   Ausência de metástase em linfonodo regional
N1   Metástase em linfonodo regional


M - Metástase à Distância
MX   A presença de metástase à distância não pode ser avaliada
M0   Ausência de metástase à distância
M1   Metástase à distância


Grupamento por Estadios
Estadio 0 Tis N0 M0
Estadio IA T1a N0 M0
Estadio IA1 T1a1 N0 M0
Estadio IA2 T1a2 N0 M0
Estadio IB T1b N0 M0
Estadio IB1 T1b1 N0 M0
Estadio IB2 T1b2 N0 M0
Estadio IIA T2a N0 M0
Estadio IIB T2b N0 M0
Estadio IIIA T3a N0 M0
Estadio IIIB T1, T2, T3a N1 M0
T3b Qualquer N M0
Estadio IVA T4 Qualquer N M0
Estadio IVB Qualquer T Qualquer N M1


1 AJCC (2002). AJCC Manual de Estadiamento de Câncer. Sexta edição. Springer Verlag: New York.
UICC (2002). Classificação TNM de tumores malignos. Sexta ed. John Wiley & Sons: New York.

2 Ajuda para perguntas específicas sobre a classificação TNM está disponível no endereço http://www.uicc.org.

3 Os linfonodos regionais são os paracervicais, parametriais, hipogástricos (ilial interno, obturador), ilíacos comum e externo, pré-sacrais e sacrais laterais.
IARC, 150 Cours Albert Thomas, 69372 Lyon CEDEX 08, France - Tel: +33 (0)4 72 73 84 85 - Fax: +33 (0)4 72 73 85 75
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